Classificação de áreas

O que é classificação de áreas: zonas Ex, normas e como o estudo é feito

Classificação de áreas é o estudo de engenharia que identifica, em uma instalação com gases, vapores, névoas ou poeiras inflamáveis, onde uma atmosfera explosiva pode se formar, com que frequência e até onde ela se estende. O resultado é um conjunto de zonas (0, 1 e 2 para gases e vapores; 20, 21 e 22 para poeiras) desenhadas em planta e em corte, que dizem que tipo de equipamento pode ser instalado em cada ponto e onde as fontes de ignição precisam ser controladas. No Brasil, o método está nas normas ABNT NBR IEC 60079-10-1 e 60079-10-2, e a NR 20 exige que as áreas classificadas sejam identificadas no projeto das instalações que enquadra.

Por Equipe técnica Indusnex Engenharia16 min de leitura

Esquema de classificação de áreas em torno de um tanque de líquido inflamável: zona 0 no espaço de vapor, zonas 1 e 2 no respiro e zona 2 na bacia, no flange e na bomba

O que é uma área classificada

O glossário da NR 20 define área classificada como o local onde uma atmosfera explosiva está presente, ou é provável que ocorra, a ponto de exigir cuidados especiais na seleção, na instalação e no uso de equipamentos elétricos. O ponto central da definição é a probabilidade: não basta existir um produto inflamável na planta; o que classifica uma área é a chance de ele se misturar ao ar em concentração capaz de queimar.

Uma explosão precisa de três elementos ao mesmo tempo: o combustível misturado ao ar dentro da faixa de inflamabilidade, o oxigênio e uma fonte de ignição com energia ou temperatura suficientes. Em quase toda instalação industrial o ar está sempre presente, então a prevenção trabalha nos outros dois lados. A classificação de áreas atua no primeiro: delimita onde a mistura inflamável pode existir. O controle de ignição atua no segundo, e só funciona bem se souber exatamente onde agir.

Para a norma internacional que dá base ao método, a área é um volume em três dimensões, e não uma mancha no piso. Isso tem consequência prática: um vapor mais pesado que o ar se espalha rente ao chão e entra em canaletas e poços, enquanto um gás mais leve sobe e se acumula sob telhados. Uma planta de classificação sem cortes verticais conta só metade da história.

Zonas 0, 1 e 2 (gases) e 20, 21 e 22 (poeiras)

As zonas expressam com que frequência e por quanto tempo a atmosfera explosiva está presente. A lógica é a mesma para gases e para poeiras; muda a numeração e, nas poeiras, entra um elemento a mais: as camadas de pó acumuladas sobre pisos, vigas e equipamentos, que podem se inflamar ou ser levantadas e formar uma nuvem.

Zonas de áreas classificadas e o que cada uma significa
Gases e vaporesPoeiras combustíveisPresença da atmosfera explosivaExemplo típico
Zona 0Zona 20Contínua, por longos períodos ou com frequênciaEspaço de vapor dentro de um tanque de líquido inflamável; interior de silo ou de filtro de mangas
Zona 1Zona 21Provável em operação normal, de forma ocasionalEntorno de respiros, bocas de enchimento e pontos de amostragem; ensacadeiras abertas
Zona 2Zona 22Não esperada em operação normal; se ocorrer, dura poucoFlanges, válvulas e selos que só vazam em falha; entorno de equipamentos de pó bem vedados

Os exemplos são ilustrativos: a zona de um ponto real depende do processo e do local. Áreas fora dessas zonas são chamadas de não classificadas: lá não se espera atmosfera explosiva em quantidade que exija precauções especiais.

A edição atual da IEC 60079-10-1 também prevê a chamada zona de extensão desprezível: uma liberação tão pequena e tão bem diluída que, se houvesse ignição, as consequências seriam desprezíveis. Ela precisa ser justificada no memorial; não é um atalho para deixar de classificar.

Quais normas tratam da classificação de áreas

No Brasil, a classificação de áreas segue as normas técnicas da série ABNT NBR IEC 60079, que são adoções das normas internacionais da IEC.

Normas mais usadas em estudos de classificação de áreas
NormaAssuntoSituação conferida em out/2026
ABNT NBR IEC 60079-10-1Classificação de áreas com gases e vapores inflamáveisEdição de 2022, idêntica à IEC 60079-10-1:2020 (3ª edição); substituiu a edição de 2018
ABNT NBR IEC 60079-10-2Classificação de áreas com poeiras combustíveisEdição ABNT de 2016; a IEC publicou a 3ª edição em junho de 2026 e a atualização brasileira foi iniciada
ABNT NBR IEC 60079-14Projeto, seleção e montagem de instalações elétricas em atmosferas explosivasUsa a classificação para escolher o nível de proteção dos equipamentos
ABNT NBR IEC 60079-17Inspeção e manutenção de instalações elétricas em atmosferas explosivasUsa a classificação para verificar se cada equipamento é adequado ao local

Três limites da IEC 60079-10-1 costumam passar despercebidos. Ela não se aplica a minas sujeitas a grisu nem à fabricação de explosivos. Ela não trata de falhas catastróficas, como a ruptura de um vaso, que ficam para a análise de riscos. E ela não cobre poeiras, que têm norma própria, embora seus princípios possam ajudar na avaliação de misturas híbridas de gás e pó. A norma também traz anexos informativos sobre névoas inflamáveis, para as quais a aplicação estrita do método pode não ser adequada, e sobre o hidrogênio.

Onde entra a NR 20

A NR 20, que trata da segurança com inflamáveis e combustíveis, exige que o projeto das instalações classes I, II e III contenha a identificação das áreas classificadas, para especificar os equipamentos e as instalações elétricas (item 20.5.2, alínea f). O projeto deve ser elaborado por profissional habilitado (20.5.5) e faz parte do prontuário da instalação (20.6.1). A norma ainda exige que modificações ou ampliações capazes de afetar a segurança sejam precedidas de projeto com análise de riscos (20.5.4).

No controle de fontes de ignição (item 20.13), a NR 20 determina que as instalações e os equipamentos elétricos usados em áreas classificadas estejam em conformidade com a NR 10, pede medidas contra eletricidade estática, exige permissão de trabalho para serviços com chama, calor ou centelha nas áreas sujeitas a atmosferas inflamáveis e manda sinalizar a proibição de fontes de ignição nesses locais. Já a NR 10 exige que os equipamentos elétricos destinados a atmosferas potencialmente explosivas tenham a conformidade avaliada no sistema brasileiro de certificação; hoje os requisitos do Inmetro para esses equipamentos estão na Portaria nº 115/2022.

Classes I, II e III da NR 20 não são zonas Ex

Esta é a confusão mais comum. As classes da NR 20 enquadram a instalação inteira pela atividade (por exemplo, refinarias e usinas de etanol estão na classe III) e pela capacidade de armazenamento de inflamáveis e combustíveis. Elas definem o nível de exigência de gestão: projeto, prontuário, análises de riscos, capacitação e plano de emergência. As zonas Ex dividem a instalação ponto a ponto conforme a probabilidade de atmosfera explosiva e definem que equipamento pode ficar em cada lugar.

Comparação entre classes da NR 20 e zonas de classificação de áreas
Classes I, II e III (NR 20)Zonas 0, 1, 2 e 20, 21, 22
O que classificaA instalação como um todoCada volume dentro da instalação
CritérioAtividade e capacidade de armazenamentoFrequência e duração da atmosfera explosiva
Onde está o métodoTabela I da NR 20ABNT NBR IEC 60079-10-1 e 60079-10-2
Para que serveDefinir exigências de projeto, prontuário, análise de riscos, capacitação e emergênciaSelecionar equipamentos e controlar fontes de ignição em cada ponto

Como o estudo de classificação de áreas é feito, etapa por etapa

O método da ABNT NBR IEC 60079-10-1 parte de cada ponto por onde o produto pode escapar e combina três perguntas: com que frequência ele escapa, quanto escapa e quão bem o ambiente dilui o que escapou. Na prática, um estudo de classificação de áreas segue estas etapas:

  1. Inventário das substâncias. Para cada inflamável ou combustível: ponto de fulgor, limites de inflamabilidade, densidade relativa ao ar, temperatura de ignição e grupo; para poeiras, também granulometria, umidade e comportamento das camadas. As Fichas com Dados de Segurança são o ponto de partida, mas nem sempre trazem tudo.
  2. Condições de processo. Pressão, temperatura, vazões e estado físico em cada trecho. Um líquido manuseado acima do ponto de fulgor se comporta de forma bem diferente do mesmo líquido frio.
  3. Fontes de liberação. Selos de bombas e agitadores, flanges, válvulas, drenos, respiros, pontos de amostragem, bocas de enchimento, aberturas de equipamentos e de prédios.
  4. Grau de liberação. Cada fonte é classificada como contínua (libera sempre ou por longos períodos), primária (libera de forma periódica ou ocasional em operação normal) ou secundária (não deve liberar em operação normal; se liberar, é raro e por pouco tempo).
  5. Ventilação. Avaliação do grau de diluição que a ventilação natural ou mecânica consegue dar a cada liberação e da disponibilidade dessa ventilação: um exaustor que pode parar sem alarme não oferece a mesma garantia que uma área aberta.
  6. Tipo de zona. A combinação do grau de liberação com a diluição e a disponibilidade da ventilação define se o entorno da fonte é zona 0, 1, 2 ou de extensão desprezível.
  7. Extensão. O alcance de cada zona, calculado a partir da taxa de liberação, das propriedades do produto e da ventilação, ou definido por códigos setoriais reconhecidos quando aplicáveis. Não existe raio padrão copiado de outro projeto: o critério fica registrado no memorial.
  8. Grupo e classe de temperatura. Para cada área, o grupo do gás ou da poeira e a classe de temperatura que os equipamentos precisam atender.
  9. Documentação. Plantas e cortes com as zonas, lista de fontes de liberação e memorial com dados, premissas e justificativas.

Em instalações em operação, o estudo depende de visita técnica: é em campo que aparecem o dreno aberto para a canaleta, a porta que fica sempre escancarada, o tambor aberto fora do lugar previsto ou o exaustor desligado. Em instalações novas ou em ampliações, o estudo sai do projeto (layouts, fluxogramas, P&IDs e folhas de dados), o que permite especificar os equipamentos corretamente antes da compra.

Exemplo prático: uma sala de preparo de tintas com solvente

Para mostrar o raciocínio, imagine uma sala fechada onde o operador dilui tinta com solvente inflamável em tambores e tanques de mistura com agitador. O exemplo é didático e não traz distâncias: elas dependem dos dados reais de cada caso.

  • Dentro dos tanques e tambores há vapor de solvente acima do líquido quase o tempo todo. A liberação é contínua, e o espaço interno tende a ser zona 0.
  • Na boca de carga do tanque e na abertura dos tambores, o vapor sai sempre que o operador abre, enche ou transfere. É uma liberação primária, e o entorno tende a ser zona 1, com extensão que depende da taxa de evaporação e da exaustão.
  • Nos flanges, conexões e no selo do agitador, o vazamento só acontece por falha. É uma liberação secundária, que tende a gerar zona 2 se a ventilação for boa e confiável.
  • Junto ao piso e nas canaletas, como o vapor da maioria dos solventes é mais pesado que o ar, a mistura tende a escoar e se acumular nos pontos baixos. Ralos e canaletas que levam a outros ambientes podem estender a área classificada para fora da sala.
  • A exaustão muda o resultado. Se ela for local, captando o vapor junto às bocas, e tiver intertravamento com o processo e alarme de falha, a diluição e a disponibilidade melhoram e as zonas podem diminuir. Se for um ventilador de parede sem monitoramento, a disponibilidade da ventilação precisa ser considerada mais baixa.

O mesmo raciocínio aponta onde vale investir para reduzir zonas: fechar sistemas de transferência, captar o vapor na origem, garantir a ventilação com monitoramento e retirar fontes de liberação desnecessárias. Muitas vezes isso custa menos do que trocar todos os equipamentos de uma sala por versões Ex.

Do estudo ao equipamento: grupo, temperatura e EPL

A planta de classificação só gera segurança quando orienta a escolha dos equipamentos. Pela ABNT NBR IEC 60079-14, cada zona pede um nível de proteção do equipamento (EPL) mínimo, e o equipamento também precisa ser compatível com o grupo do produto e com a sua temperatura de ignição. Essas informações aparecem na marcação Ex de cada equipamento certificado.

Zona e nível de proteção (EPL) aceito, na relação padrão da ABNT NBR IEC 60079-14
ZonaEPL aceitoZonaEPL aceito
0Ga20Da
1Ga ou Gb21Da ou Db
2Ga, Gb ou Gc22Da, Db ou Dc

Essa é a relação padrão, quando não há avaliação de risco específica; a norma admite ajustá-la com base em análise de risco documentada. O grupo indica a facilidade de ignição do produto: para gases, IIA (propano, por exemplo), IIB (etileno) e IIC (hidrogênio e acetileno), do menos para o mais exigente; um equipamento IIC serve em áreas IIB e IIA, mas não o contrário. Para poeiras, IIIA são fibras combustíveis, IIIB poeiras não condutivas e IIIC poeiras condutivas.

Classes de temperatura para equipamentos do grupo II
ClasseTemperatura máxima de superfície
T1450 °C
T2300 °C
T3200 °C
T4135 °C
T5100 °C
T685 °C

A classe de temperatura do equipamento precisa ficar abaixo da temperatura de ignição do produto da área. Os valores de ignição variam conforme a fonte de dados consultada, por isso o estudo registra a referência usada para cada substância. Para conferir equipamentos já instalados contra a classificação, o caminho é a inspeção de equipamentos Ex.

Equipamentos mecânicos também podem ser fontes de ignição: superfícies quentes, atrito, impacto e eletricidade estática não dependem de eletricidade. A NR 20 trata a eletricidade estática como fonte a controlar, e a IEC 60079-10-1 lembra que, em qualquer instalação, há fontes de ignição além dos equipamentos elétricos. Esse lado é coberto pela análise de fontes de ignição não elétricas.

O que o estudo deve entregar

A documentação é o que permite que outra pessoa entenda, confira e atualize a classificação anos depois. Use a lista abaixo para avaliar um estudo existente ou comparar propostas:

  • Relatório com a metodologia, as normas e edições usadas e as premissas adotadas
  • Tabela das substâncias com as propriedades usadas e a fonte de cada dado
  • Lista de fontes de liberação com grau, taxa ou critério de liberação, ventilação considerada e zona resultante
  • Plantas baixas e cortes com a delimitação das zonas, na simbologia usual de áreas classificadas
  • Grupo de gás ou poeira e classe de temperatura exigidos em cada área
  • Recomendações para eliminar ou reduzir zonas e para a seleção de equipamentos
  • Responsável técnico identificado e ART registrada no CREA

Como o projeto da instalação compõe o prontuário exigido pela NR 20, a planta de classificação precisa estar atualizada e localizável nesse conjunto de documentos. Manter a planta e o inventário de equipamentos em um sistema, como a plataforma Indusnex, facilita conferir o que está instalado em cada zona.

Erros comuns em campo

  • Planta desatualizada. O estudo foi feito, mas depois vieram um tanque novo, outro solvente, uma porta fechada ou um exaustor removido. A classificação deixa de representar a instalação.
  • Classificar tudo como zona 1 por precaução. Parece conservador, mas encarece a instalação, mascara os pontos realmente críticos e dificulta a manutenção, sem a justificativa técnica que a norma pede.
  • Ignorar pontos baixos. Canaletas, poços de bombas, caixas de passagem e valas acumulam vapores mais pesados que o ar e ficam fora de muitas plantas.
  • Contar com ventilação que não é garantida. Exaustão sem monitoramento, sem intertravamento ou desligada no turno da noite não pode ser tratada como sempre disponível.
  • Esquecer as poeiras. Plantas de grãos, açúcar, farinhas, madeira e pós químicos muitas vezes classificam só os gases, ou ignoram camadas de pó acumulado.
  • Classificar sem cortes. Sem a dimensão vertical, uma luminária alta ou uma bandeja de cabos sobre o tanque pode ficar fora da zona que deveria atendê-la.

Quando contratar ou revisar o estudo

O texto da NR 20 não fixa um prazo de validade para a classificação de áreas. O gatilho é a mudança: a norma exige que modificações ou ampliações capazes de afetar a segurança sejam precedidas de projeto com análise de riscos, e a classificação faz parte desse projeto. As situações mais comuns que pedem um estudo novo ou revisado são:

  • Instalação nova, ampliação ou entrada em uma das classes da NR 20
  • Produto novo, troca de solvente ou mudança de formulação
  • Alteração de pressão, temperatura ou vazão do processo
  • Novos equipamentos, novos pontos de carga e descarga ou mudança de layout
  • Mudança na ventilação: fechamento de áreas, troca ou retirada de exaustores
  • Planta antiga sem memorial, sem cortes ou sem responsável técnico identificado
  • Inspeção Ex sem uma classificação confiável para servir de referência

A Indusnex elabora o estudo de classificação de áreas com visita técnica ou a partir do projeto, para gases, vapores e poeiras, em todo o Brasil, com ART. Se você precisa classificar uma área ou revisar um estudo antigo, fale com a equipe técnica e envie o layout e a lista de produtos para receber uma proposta.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre classificação de áreas.

Respostas diretas para as perguntas mais comuns sobre o tema do artigo.

O que é área classificada?

É o local onde uma atmosfera explosiva está presente ou pode se formar com probabilidade suficiente para exigir cuidados especiais na seleção, instalação e uso de equipamentos. A área é dividida em zonas conforme a frequência e a duração dessa atmosfera.

Qual a diferença entre zona 0, zona 1 e zona 2?

Na zona 0 a atmosfera explosiva de gás ou vapor está presente continuamente, por longos períodos ou com frequência. Na zona 1 ela é provável em operação normal, de forma ocasional. Na zona 2 ela não é esperada em operação normal e, se ocorrer, dura pouco. Para poeiras, a mesma lógica vale para as zonas 20, 21 e 22.

A classificação de áreas é obrigatória pela NR 20?

Para as instalações classes I, II e III, a NR 20 exige que o projeto contenha a identificação das áreas classificadas, para especificar equipamentos e instalações elétricas (item 20.5.2, alínea f). Outras exigências podem vir de normas técnicas, seguradoras ou órgãos ambientais, conforme a atividade.

Quem pode fazer o estudo de classificação de áreas?

A NR 20 exige que o projeto da instalação seja elaborado por profissional habilitado. Na prática, o estudo é feito por engenheiro com conhecimento das normas da série ABNT NBR IEC 60079 e do processo avaliado, e registrado com ART no CREA.

De quanto em quanto tempo o estudo deve ser revisado?

O texto da NR 20 não fixa um prazo. O estudo deve ser revisto sempre que houver mudança que altere suas premissas, como novos produtos, equipamentos, layout ou ventilação, e é boa prática conferi-lo periodicamente dentro da gestão de mudanças.

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